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Delegada investigada por causar acidente com três veículos e quatro feridos

Por Daniel Alves em 04/06/2023 às 06:19:15

Delegada foi exonerada do cargo no início de 2023. Inquérito policial analisa possibilidade de embriaguez de delegada em acidente com tr√™s veículos no município de Aquiraz; defesa nega.

A delegada da Polícia Civil do Cear√° suspeita de provocar um acidente com tr√™s veículos em Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza, atuava até janeiro deste ano na Delegacia de Acidentes e Delitos de Trânsito (DADT), quando foi exonerada, segundo informações obtidas pela TV Verdes Mares.

Na DADT, a suspeita exercia o cargo de delegada adjunta, que tem por atribuição a substituição legal do delegado-geral em suas aus√™ncias. Um delegado adjunto também pode desempenhar outras atribuições definidas pelo gestor da unidade policial.

A delegada teve sua exoneração publicada pela Secretaria Estadual do Planejamento e Gestão no Di√°rio Oficial do Estado no dia 10 de janeiro de 2023. Desde que foi exonerada da função, ela est√° afastada da Polícia Civil por licença médica, conforme informações da corporação.

A delegada é acusada de provocar o acidente no dia 27 de maio na CE-452, no município de Aquiraz, na via que leva à Prainha, um dos destinos turísticos mais conhecidos da região. Na batida, pelo menos quatro pessoas ficaram feridas. Segundo testemunhas, a delegada apresentava sinais de embriaguez.

A delegada e as vítimas foram levadas para o Hospital Instituto José Frota (IJF) em decorr√™ncia das lesões sofridas no acidente. No local, conforme informações da investigação da Polícia Civil, a delegada não esperou atendimento e foi embora da unidade hospitalar antes da chegada das equipes policiais que atenderam o caso.

O advogado de defesa da delegada, Leandro Vasques, informou que a cliente "não estava sob efeito de bebida alcoólica" e que a delegada não fugiu do hospital, mas teria assinado um pedido de alta e buscado atendimento em uma unidade hospitalar particular.

Em nota, o IJF informou que "não tem autorização para divulgar informações privadas dos usu√°rios", e que os pacientes não são obrigados a permanecer no hospital, "exceto em casos de demanda judicial ou policial".

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