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Presidente de Câmara de Vereadores é investigado por espancar a amante: 'cheguei a desmaiar'

Por Daniel Alves em 15/05/2024 às 06:20:30

Vereador Eriberto Mota é investigado por bater na amante em Xapuri �-

Vereador Eriberto Mota foi denunciado pela mulher com quem vive, segundo ela, um relacionamento extraconjugal há 16 anos. Vítima disse que levou tapa no rosto e foi agredida na cabeça. Caso foi denunciado na delegacia de Xapuri.

Um relacionamento extraconjugal do presidente da Câmara de Vereadores de Xapuri, interior do Acre, Eriberto Brilhante da Mota (PSB), virou caso de polícia no último domingo (12) no município. O parlamentar é suspeito de espancar uma mulher, de 30 anos. Ela afirma que os dois têm um relacionamento há 16 anos e um filho de 9 anos.

Eriberto é casado e tem quatro filhos do casamento. O g1 entrou em contato com o vereador e aguarda retorno. A Polícia Civil confirmou que a vítima buscou a delegacia no domingo, registrou um boletim de ocorrência contra Eriberto Brilhante e pediu uma medida protetiva.

O)ntem, terça-feira (14), a mesa diretora da Casa procurou o vereador e o aconselhou a pedir afastamento. Veja detalhes abaixo.

A agressão contra a amante ocorreu durante a madrugada de domingo, quando o casal saiu de uma conveniência e o vereador teria ficado irritado porque a mulher saiu de casa 'sem sua permissão'. Ao g1, a vítima, que pediu para não ter o nome divulgado, disse que o vereador já estava no local bebendo quando ela chegou com amigos e não se aproximou do vereador.

"Não gostava que eu saísse, me abordou, estava indo para casa com uma amiga e nos deu carona. Deixou minha amiga e foi para minha casa. Reclamei que ele estava pagando cerveja para outras mulheres e ele questionou o porquê eu estava ali em um ambiente que não era para estar, que não tinha deixado e nem permitido", relembrou.

Ainda dentro do carro, a vítima falou que foi agredida com um tapa no rosto desferido pelo parlamentar. Ela conta que o vereador saiu do carro puxando os cabelos dela e a jogou no chão. A partir de então, segundo a mulher, a sessão de agressões continuou e ela chegou a desmaiar ao ter a cabeça batida no meio-fio da calçada.

"Meu corpo ficou dolorido e inchado, mas o local mais machucado foi a cabeça. Bateu na minha cabeça e cheguei a desmaiar por alguns segundos. Tomou meu celular para eu não pedir socorro pra ninguém. Pedi ajuda de uma vizinha que estava acordada, fui para o hospital, fiz corpo de delito e fomos para a delegacia", destacou.

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